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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Convite: Lançamento da Campanha "Salve a Infância"

Prezados
O Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Estado da Bahia, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza, SEDES e o FETIPA vêem, através do presente, convidá-lo a participar da nossa campanha de proteção e denúncia às violências sexuais contra crianças e adolescentes e ao trabalho infantil: A campanha “Salve a Infância” que será lançada no dia 14 de fevereiro de 2012, às 14h, na Praça Pedro Arcanjo, Pelourinho.
A Campanha ocorre há 17 anos, mais acentuadamente no carnaval, quando distribuímos outdoors na cidade, veiculamos propagandas em rádio, televisão e jornais impressos, promovemos a sensibilização da população através da distribuição de panfletos informativos e brindes em pontos estratégicos da cidade; como suas portas de entrada, bairros populares e circuitos do carnaval. Em 2012 iniciamos a parceria com o MPT e o FETIPA (Fórum de Combate ao trabalho Infantil) ao incluir a temática do Trabalho Infantil.
As ações da campanha buscam ampliar e fortalecer as estratégias de mobilização, debate, divulgação e comprometimento da sociedade no enfrentamento às diversas formas de violação de direitos de nossas crianças e adolescentes, como também de assegurar a sua proteção. A proposta de intervenção está focada no desenvolvimento de ações articuladas destinadas a disseminação, mobilização e divulgação de informações sobre o fenômeno da violência sexual e trabalho infantil, assim como ações protetivas para crianças e adolescentes, especialmente, filhos (as) dos (as) trabalhadores (as) do Carnaval, no sentido do enfrentamento às violações de direitos.
Sendo assim, este Comitê reitera a importância das ações postas, bem como a participação de cada um de nós nesse enfrentamento, não apenas como expectadores, mas, principalmente, enquanto multiplicadores de uma causa que é de interesse de todos nós.

Quem é o Comitê?
1ª e 2ª Varas da Infância, Associação Brasileira de Indústria de Hotéis (ABIH), CECA (Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente), CEDECA (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente), SEDES (Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza), Centro Projeto Axé, CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do  Adolescente), CRIA (Centro de Referência Integral de Adolescentes), SESAB (Área Técnica da Violência e Saúde),  Ministério Público Estadual, Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos, SEST/SENAT, SINDICAM (Sindicato dos Caminhoneiros), Visão Mundial, CLN (Concessionária Litoral Norte), Câmara Municipal de Salvador (Vereadores Paulo Câmara e Vânia Galvão), Fundação Instituto São Geraldo, Instituto Winrock Internacional, SETUR (Secretaria de Turismo do Estado da Bahia), CREAS (Simões Filho), SETAD (CREAS Pelourinho e Bonocô), SETCEB (Sindicato da Empresas de Transporte de Cargas do Estado da Bahia), Fórum Permanente Metropolitano dos Conselhos Tutelares, Associação dos Conselheiros Tutelares/BA, ABAV/BA, SALTUR, ADESC e OLODUM

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Luciana Reis
Jornalista DRT/BA 3106
(71)8804-9653

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Alunos de escolas públicas terão atendimento oftalmológico e dentário

Veículo(s): 24 Horas News - MT | Correio Braziliense - DF

A partir de abril, consultórios itinerantes dentários e oftalmológicos vão atender a alunos de escolas públicas em 20 estados. A iniciativa é uma parceria dos ministérios da Educação e da Saúde. Os consultórios são montados em caminhões, que atenderão em frente às instituições de ensino que fazem parte do Programa Saúde na Escola. De acordo com o Ministério da Saúde, são 37 veículos, com até dois consultórios oftalmológicos, e 34 caminhões, onde será feito o atendimento. As crianças passarão por exames de retina, de fundo do olho e, as que precisarem, receberão óculos. Já os consultórios dentários serão equipados para limpeza, extração e aplicação de flúor. Na primeira fase, o atendimento oftalmológico será feito nas cidades com hospitais universitários. Depois, os consultórios serão levados ao interior do País.


Fonte: Portal ANDI

Debate sobre segurança na internet une especialistas em torno dos cuidados que os pais devem ter

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O diretor de Prevenção e Atendimento da organização não governamental (ONG) Safernet, Rodrigo Nejm, faz um alerta a pais e adolescente de que a web (rede mundial de computadores) e o mundo virtual são territórios tão perigosos quanto os da vida real. “Principalmente para as crianças que, muitas vezes, têm domínio técnico, mas não têm consciência das consequências de publicar algumas informações e de que há criminosos disfarçados [na web]”, disse ele.
Rodrigo Nejm disse que, da mesma maneira que os pais orientam os filhos a se cuidar quando estão em uma praça pública, também devem ter critérios para definir limites quando navegam na internet. A coordenadora do Portal da Terceira Idade, Anísia Spezia, concorda com o dignóstico sobre os riscos do mundo virtual, mas lembra que esse não deve ser uma preocupação, apenas, dos pais. Os idosos também ficam expostos na rede e, sem orientação adequada, acabam caindo em armadilhas.
“A terceira idade é dona do seu próprio nariz. Enquanto com os adolescentes as mães continuam dando conselhos sobre a conduta na internet, nem sempre há um filho que faça a mesma coisa com os pais”, disse ela.
Essa discussão dominou o debate Conectando Gerações e Ensinando Uns aos Outros: Descobrindo o Mundo Digital com Segurança, que marcou as comemorações do Dia Mundial da Internet Segura, comemorado no dia 7 e fevereiro. O debate ocorreu na sede da Procuradoria Regional da República em São Paulo.

A procuradora regional Janice Ascari disse que a vida virtual não é diferente da vida pessoal e, por isso, é preciso estar sempre vigilante. “Isso não é querer ter controle da vida do filho, é apenas uma atitude de primeiros educadores e de exemplos que eles vão ter para o resto da vida. Por isso, devemos auxiliá-los quanto à melhor maneira que eles devem se comportar na sua vida”.
O estudante Bruno Agostinho Barreto Ascari, de 18 anos, acessa a internet desde os 7 anos de idade, com o monitoramento dos pais. Ele aprova esse tipo de controle. “Isso foi muito bom para a construção do meu caráter porque eu posso me relacionar com as pessoas e, mesmo assim, eu sei os limites que tenho que ter conhecendo essas pessoas na internet”.
Edição: Vinicius Doria
Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Conheça aqui as peças da Campanha do Carnaval 2012


Brasil tem 3,8 milhões de crianças e adolescentes fora da escola

Veiculo(s): A noticia foi publicada nos principais jornais do País - Brasil

Apesar de o Brasil ter registrado a inclusão de mais 9,2% de crianças e adolescentes com idades entre quatro e 17 anos nos ensino fundamental e médio, entre 2000 e 2010, ainda é grande a parcela de jovens fora da rede de ensino. Estima-se que 3,8 milhões de crianças e adolescentes nessa faixa etária não estejam cursando a escola. “São aqueles que estão no campo, em favelas, bairros muito pobres ou evadidos”, explicou ontem (7), em São Paulo, a diretora do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, ao anunciar o resultado do 4º relatório de monitoramento das cinco metas da ONG para até 2022. Um desses objetivos é chegar a 98% dos alunos matriculados em 2022. Com o maior número de adolescentes em idade escolar (17,3 milhões), a região Sudeste do País é a que registra a maior quantidade de meninos e meninas fora da escola (1,27 milhão).

Pré-escola - As taxas de acesso à pré-escola permanecem em patamares bem menores do que os estabelecidos pelas metas. Crianças de 4 e 5 anos têm a menor taxa de atendimento (80,1%). E na região Norte, apenas 69% dos meninos e meninas que deveriam estar na pré-escola estão estudando. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, quer apressar a construção de creches dentro do programa Pró-Infância. “O aumento da oferta de vagas nas creches é um dos caminhos para tentar reduzir o número de crianças fora da escola”, afirma o ministro.

Fonte: Portal ANDI

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Documento da ONU reúne relatos e recomendações de jovens sobre o mercado de trabalho


Pela primeira vez, jovens de todo mundo contribuem, por meio de mídias sociais para a elaboração do Relatório Mundial da Juventude, cuja edição mais recente aborda o  “Emprego de Jovens: Perspectivas da Juventude na Busca de Trabalho Decente em Tempos de Mudança“.


Jovens de todo o mundo estão preocupados com a falta de oportunidades de trabalho e pedem aumento do investimento nesta área, afirma o documento divulgado em 6 de fevereiro pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA).

Na sequência da crise econômica, a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Nas desacelerações econômicas, jovens são muitas vezes os últimos contratados e os primeiros demitidos. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.

Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.

A diferença de gênero afeta rapazes e moças: em 2010, a taxa de desemprego total dos jovens foi de 25,5% no Oriente Médio e 23,8% no Norte da África. O desemprego entre as moças nessas regiões foi particularmente alto, chegando a 39,4% no Oriente Médio e a 34,1% no Norte de África.

Em 2010, a taxa de desemprego global para jovens do sexo feminino foi de 12,9%, comparada com 12,5% para os homens jovens. Nas economias desenvolvidas, na União Europeia e no leste da Ásia, o homem jovem tem experimentado taxas de desemprego ligeiramente mais elevadas do que as mulheres jovens.

Acesse o documento em inglês.

Estudo aponta que 3,8 mi de crianças estão fora da escola no Brasil


Um estudo divulgado nesta terça-feira (7) pela ONG Todos pela Educação revela que 3,8 milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos estavam fora da escola em 2010, de acordo com informações da Folha. O número de jovens dentro da escola representa 91,5% da população nesta faixa etária, enquanto a meta intermediária previa 93,4%. O mapeamento De Olho nas Metas é um relatório anual feito para acompanhar indicadores educacionais ligados às cinco metas estabelecidas pelo Todos Pela Educação para serem cumpridas até 2022. A primeira é justamente chegar ao índice de 98% ou mais das crianças e jovens de 4 a 17 anos matriculados que frequentam unidades de ensino no prazo de dez anos.

Fonte:http://www.bahianoticias.com.br/